SEBRAE/SC - Artigos para MPE's

 
  Data Inclusão: 26/09/2005
Autor: Folha de São Paulo
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Confira 7 dicas capitais para alavancar a aparência de uma loja - e suas vendas

Iluminação

É o elemento-chave do design de um estabelecimento. A luz pode promover a mudança de ambiente, criando uma atmosfera de drama, sensualidade, aventura. Nesse campo, as alternativas são muitas - luz indireta, caixa de luz, spot, mistura de luzes frias e quentes e focos de iluminação.
Laura Falzoni sugere que o salão de vendas seja sempre bem iluminado, com luzes direcionadas ao produto. Grosso modo, quanto mais iluminado o ambiente, mais popular é a loja.
Quem tem foco no público classe A deve priorizar luzes difusas e favorecer um ambiente mais intimista, com um ar sofisticado. Porém, em todos os casos, o produto, quando exposto à luz natural, não deve apresentar cor, diferente da que é percebida na loja.
Manuel Renha, da Lord & Taylor, sugere o néon, que ilumina e não é caro. "Usada até pouco tempo atrás só para letreiros, a luz néon - por possuir uma intensidade única de luz - pode dar um efeito incrível. E é barata".

Mobiliário

A estrutura da loja deve favorecer a circulação do cliente, facilitando sua chegada as araras ou as estantes. O arranjo do mobiliário influi diretamente na sensação de liberdade de compra do cliente - por isso a harmonia do trajeto deve ser valorizada. A loja, mesmo que não focada em auto-atendimento, deve apostar em uma boa sinalização e na autonomia de escoçha do consumidor.

Som

A música pode tornar a experiência de compra prazerosa - e fazer com que o cliente se sinta em casa, desde que esteja de acordo com o estilo musical do seu público-alvo. O volume deve ser baixo e o repertório, variado.

Identificação da loja

Mesmo que a loja seja de rua, aposte em poucos elementos gráficos. È muito comum pecar com excesso de informação: evite dar mais de um telefone de contato, descarte a razão social e aposte em tipografia bem legível.

Vitrine

Ela é o cartão de visitas da loja. Por isso é preciso saber trabalhar com objetos que chamam a atenção do público. Pela importância que tem, a vitrine deve ser encarada como um cenário - com produção, personagens, história. O local é um dos poucos pontos de um comércio em que o investimento pode ser mensurado: é mudar e contar quantas pessoas entraram na loja em comparação com o visual antigo. A mudança dos objetos da vitrine deve variar de acordo com o negócio, mas, em geral, o tempo médio de permanência do mesmo cenário deve ser de três semanas. Lojas que oferecem produtos masculinos - que sofrem com o pouco apreço do consumidor pelo que é exposto - podem apostar em outros elementos além daqueles que são vendidos pelo estabelecimento. Homens não costumam perder muito tempo em frente a uma vitrine; por isso devem ser fisgados por outros objetos - que remetam, por exemplo, a futebol, carros e música.

Provadores

Nos provadores, a luz torna-se testemunha do processo de compra. Por serem ambientes pequenos, devem ter a iluminação correta. Luzes centrais, vindas do teto, geralmente dão a impressão de que o cliente é mais obeso do que realmente é-o que, não raro, leva ao descarte do produto. A iluminação deve vir da parte da frente, de forma suave. A mobília do provador também deve ser projetada de acordo com o público que o freqüentará.

Materiais

Enquanto os vidros ganham espaço, os metais estão em baixa no mercado de decoração de lojas. Vidro acrílico, mesmo o jateado, promove a sensação de transparência ao cliente e suaviza o layout da loja. Quando o assunto é madeira, a preferência deve ser dada às escuras. As claras estão desaparecendo da prancheta dos designers porque já foram muito exploradas. Quem tem essas cores na loja não está fora de moda, mas pode mudar outros aspectos, como a iluminação.


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