SEBRAE/SC - Artigos para MPE's

 
  Data Inclusão: 03/01/2007
Autor: Diário do Comércio & Indústria
Fonte: DCI

Implementei o SOA - Arquitetura Orientada a Serviços - e agora faço o quê?

Ao falarmos em gestão de processos, algumas opiniões divergentes acabam surgindo. Alguns falam que gestão de processos não se faz senão se automatizar os processos mapeados, outros dizem que a arquitetura de processos por si só tem um valor imensurável para trilhar o caminho de gestão.

Dúvidas conceituais à parte, o que sabemos é que todos têm falado em SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), e o pré-requisito primário e provavelmente o mais trabalhoso é justamente o mapeamento dos processos de negócio, em níveis totalmente extremos, que considera desde os objetivos estratégicos até a plataforma tecnológica de TI que os suporta. O mapeamento dos processos geralmente é realizado por pessoas com conhecimento do negócio, e isto faz com que a aproximação com os executores, usuários e donos dos processos seja muito intensa.

Já os serviços de SOA são "definidos" por profissionais com perfil pouco mais técnico, e é ai que se cria uma barreira na comunicação entre um profissional funcional e outro técnico, e, entre outros benefícios, é para diminuir esta comunicação, que serve o mapeamento dos processos.

A esta documentação, dá se o nome de EA (Arquitetura Empresarial) que por si só já tem um valor significativo, pois relaciona a estratégia com o nível operacional; assim, com base em um objetivo estratégico definido, é possível olhar para a arquitetura empresarial e responder rapidamente qual investimento será necessário em pessoas e tecnologia, e o tempo necessário para atender ao objetivo estratégico. Logo o EA é muito valoroso, mas sozinho ainda não atende a velocidade de decisão que os negócios requerem.

O que faz o mercado se voltar para SOA é que, uma vez que temos um objetivo estratégico definido e montamos um plano de ação, ainda existe um problema. Quem garante que o processo será executado da forma prevista?

Seus problemas acabaram, chegou o SOA! Esta frase não é minha, mas reflete uma realidade. O SOA, além de garantir que as atividades para atingir um resultado sejam executadas na ordem correta, cria automaticamente uma cultura por processos, porque falaremos de serviços gerados (Processos) e não de pedaços (Departamentos), que são percebidos na famosa frase: "Minha parte eu fiz! Se o produto não foi entregue no dia correto para o cliente, não posso fazer nada".

Mas quem falou que as ferramentas de automação de processos, que prevêem SOA, evidenciarão o motivo de um problema? Estas ferramentas de fato não conseguirão responder a esta pergunta, mas a evolução já é fantástica.


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