SEBRAE/SC - Artigos para MPE's

 
  Data Inclusão: 13/07/2007
Autor: Stelleo Tolda*
Fonte: IDGNow!

Quanto custa estar (ou não) no comércio eletrônico?

Ter uma loja virtual significa estar aberto ao mundo 365 dias por ano, sete dias por semana, 24 horas por dia. Ter uma estrutura de atendimento pré e pós-vendas é um dos elementos indispensáveis quando se pensa numa loja online.

Criar e manter o site pode incluir um custo de profissionais especializados, hospedagem, compra de equipamentos e infra-estrutura. Isso sem mencionar os custos para se oferecer variedade de meios de pagamento. Contratar um agregador pode ser mais barato que negociar individualmente com bancos e administradoras de cartão de crédito.

Outro custo - possivelmente, o mais alto - é o de divulgação e promoção do site e da marca na web. Esforços de marketing têm de ser feitos se sua marca quer se destacar entre o emaranhado de informações disponíveis na rede.

Por outro lado, participar do comércio eletrônico pode significar uma redução de custos operacionais, o que permite oferecer mais variedade e preços mais baixos. Outra vantagem é a oportunidade de estar presente em todo o território, sem os custos de uma distribuição física convencional.

Vá somando. O comércio eletrônico pode representar mais agilidade tanto na hora de vender quanto de negociar. Os gastos com uma estrutura de funcionamento, funcionários, logística, armazenagem e estoque podem ser sensivelmente inferiores se comparados aos do negócio off-line.

A opção de e-commerce para um empreendedor que já opera no varejo tradicional deve ser necessariamente positiva, uma vez que determinados custos fixos passam a ser minimizados, como aluguel, pessoal, entre outros. Não que não existam, mas permitem uma margem de lucro maior que nos negócios físicos tradicionais.

E, desde o início da modalidade no Brasil, a média de crescimento dos negócios online tem sido altíssima ano a ano.

Ainda somos 33 milhões de internautas no País - potencialmente faltam entrar na internet mais de 160 milhões de pessoas. Destes 33, apenas 7 milhões compraram online, o que nos abre um cenário absolutamente promissor e crescente no comércio eletrônico. Ainda há muito mercado a ser conquistado.

Além disso, o crescimento da internet e o desenvolvimento de suas ferramentas são irreversíveis. Isso significa que cada vez mais pessoas acessarão a web, comprarão online e farão uso de serviços da rede.

A opção de não estar no comércio eletrônico

Atualmente, algumas das maiores empresas do varejo tradicional ainda não operam no mundo digital. E por quê? Pelas prioridades que definiram para si próprias de se concentrarem em seus negócios tradicionais ou de entrar no momento ¿certo¿ no comércio eletrônico. Por outro lado, existem varejistas do mundo físico que atuam brilhantemente no mundo online.

Existe um potencial altíssimo de consumo na rede e não estar presente no formato comercial pode ser custoso para a marca, para a lembrança da marca e para o market share da companhia (uma vez que estamos falando de um mercado que ainda cresce a taxas altíssimas).

Se decidir não adentrar na rede, seja especialista no que faz no contexto tradicional, pois a concorrência está cada vez mais ampla e multicanal.

Os custos de não estar na rede podem ficar gradativamente mais caros. Pense nisso!

Stelleo Tolda* é diretor-presidente do MercadoLivre.com desde o seu lançamento em 1999, e também editor do blog MLOG.


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