SEBRAE/SC - Artigos para MPE's

 
  Data Inclusão: 26/01/2004
Autor: Adrianne Vitoreli
Fonte: Diário da Manhã

Reconhecer as habilidades é fundamental para alcançar sucesso

Hoje um bom currículo, experiência, certificados ou diploma garantem sucesso profissional. Para conquistar espaço no mercado, o profissional precisa ter qualidades como aptidão natural, habilidade adquirida, inteligência excepcional. Em outras palavras, talento. Umas pessoas são comunicativas, outras, criativas. Tem também as que possuem poder de persuasão e outras, que mesmo tímidas no convívio social, são experts em soluções em informática.

De acordo com a definição da consultora de riquezas Glória Maria Garcia Pereira, os talentosos não são pessoas obedientes nem seguidoras de regras, mas onde estão, exergam novas possibilidades para o que já existe. “São pessoas que encontram soluções para os problemas e criam seja na arte, na comunicação, produtos, serviços, formas, cores, sons e sensações para o mundo”, explica.

Para ela, os talentos são dons ou dádivas e todas as pessoas devem conhecer os próprios, e, com eles, gerar riquezas para si mesmo e para os negócios. “As empresas de sucesso de qualquer ramo de atividade caçam esses talentos e fazem de tudo para mantê-los nas organizações”, afirma a consultora.

“Mais do que um bom currículo, o profissional precisa reconhecer as habilidades e desenvolver capacidades”, afirma a psicopedagoga e sócia-proprietária da Fator Humano, empresa de consultoria e treinamento, Vera Lúcia Xavier. O grande problema, segundo ela, é que a maioria das pessoas não se conhece ao ponto de saber quais os próprios talentos.

Para a psicopedagoga, o autoconhecimento torna-se fundamental para um bom desempenho profissional e quem sabe das próprias potencialidades já está em vantagem. “O valor das empresas hoje é medido também pelo capital intelectual e não mais só pelo fator produção ou capital financeiro.”

De acordo com especialistas, a orientação vocacional, profissional e a psicoterapia são opções para quem ainda não conseguiu identificar os próprios talentos. “Ambos podem auxiliar na busca do autoconhecimento, e, conseqüentemente, diminui as chances de frustração tanto na vida pessoal quanto na profissional”, afirma Vera.

O estudante João Eduardo dos Santos Oliveira, 18, influenciado por familiares, prestou vestibular e cursou um período de Direito. No semestre seguinte trancou o curso. “Não gostei das matérias, não tive afinidade com o assunto, fiquei desmotivado e vi que não conseguiria render naquela profissão”, contou. Com receio de errar de novo na esco lha, e orientado pela mãe, o estudante optou por um teste vocacional. “Procurei o teste para conhecer minhas habilidades e ficou mais fácil escolher uma profissão”, explicou.


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