Oportunidades de Negócios

 
  Data Inclusão: 19/07/2006
Autor: Jornal do Commércio

Rede de comida chinesa busca novos franqueados

Jin Jin pretende chegar a 50 lojas até o final do ano

No mercado desde 1992 e atuando como franqueadora desde 1994, a rede de restaurantes de comida chinesa, Jin Jin, comemora a popularização definitiva do cardápio oriental e tem planos ousados: chegar a 50 lojas até o final do ano. Atualmente, a rede, que tem 41 unidades, sendo quatro próprias e 37 franquias, tem interesse em estados como o Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. O investidor interessado em abrir uma loja da Jin Jin deve desembolsar R$ 190 mil, com taxa de franquia de R$ 25 mil (já incluída no investimento inicial). O faturamento médio mensal pode chegar a R$ 54 mil, com margem de lucro de 20%.

O investimento inicial pode ser compensado com o sucesso que a comida chinesa faz e também com capacitações e treinamentos que a franqueadora dá para os franqueados. Treinamentos que começam na área de culinária e passam por aulas de gestão de negócios, marketing, comunicação com a mídia e com o público e também promoção.

"Fazemos capacitações com todos os nossos franqueados. Ensinamos tudo, desde como fazer a comida até como lidar com o público. Só assim temos a garantia de que nossos franqueados estão realmente preparados para o desafio de ter uma loja", explica Eduardo Morita, diretor de expansão da Jin Jin, que ainda dá dicas sobre o perfil do franqueado. Dedicação total ao negócio e empreendedorismo são algumas das características necessárias. "A pessoa tem que entender que vai gastar muito tempo com a loja. É um trabalho árduo e que não dá resultados logo no início", esclarece.

Entre o primeiro contato com a empresa franqueadora e a abertura da loja, passam-se 90 dias. Uma agilidade que conquistou Wágner Bragard, franqueado desde 1997 e dono de quatro lojas na cidade de São Paulo. Com pretensão de abrir uma loja em Natal, no Rio Grande do Norte, até o final do ano, Bragard concorda com Morita quando o assunto é a disposição para o trabalho de um franqueado. "Muita gente pensa que abrir uma franquia é apenas dar o dinheiro e orientar os funcionários. É muito mais que isso. É fundamental que o dono esteja sempre na loja e que supervisione cada ação de cada colaborador", ensina.

Apesar de estar com a marca há quase 10 anos, Bragard tem uma história comum com outros franqueados. Apreciador de comida chinesa e cliente da Jin Jin, ele descobriu na franquia uma forma de ter um negócio e de saciar a vontade de comer um bom prato de yakisoba. "Já era cliente da Jin Jin e quando vi a oportunidade de negócio não hesitei", completa. Oportunidade também vista por Márcio Murayama e Celso José Lopes. "Minha esposa era cliente e eu também gostava muito da comida. Aproveitei que tinha o dinheiro e resolvi mudar de área. Passei a ser o dono do meu próprio negócio", conta Lopes, dono de duas unidades, em Piracicaba e Sorocaba, em São Paulo.

EX-clientes tornam-se franqueados da marca
Já Murayama, dono de lojas em Campinas, Ribeirão Preto e Santa Bárbara, em São Paulo, aliou a inauguração do maior shopping de Campinas ao antigo desejo de ter um franquia. "Já era cliente de uma loja na cidade. Aproveitei que estavam abrindo um novo shopping e entrei em contato com o pessoal da Jin Jin", resume. Uma experiência assustadora no início, mas que depois rendeu frutos.

"No começo, fiquei assustado com a quantidade de informação, de atividades para serem feitas. Depois vi que era possível dar conta do recado e resolvi investir em mais lojas", revela. Desejo que também não saiu da cabeça de Lopes, dono de unidades em Piracicaba e Sorocaba. "Só estou esperando os resultados dessa minha nova loja, que logo vou começar a pensar em outra", complementa Lopes, que tem como pratos mais vendidos nas duas lojas o yakisoba, o frango xadrez e o rolinho primavera.

Outro discurso em comum dos franqueados, além da vontade em ter outras lojas, é o relacionamento com a franqueadora. "Eles estão sempre à disposição par ouvir nossas sugestões e dúvidas. Outra vantagem é a constante renovação do cardápio e a presença de nutricionistas que nos ensinam como fazer e o valor nutritivo de cada alimento", enfatiza Bragdard. Cardápio que já está até conquistando a garotada, louca pelo macarrão e o arroz colorido por verduras, legumes e carnes. "Ultimamente venho recebendo muitos filhos que vêm acompanhados por seus pais. A comida chinesa virou sinônimo de comida saudável e gostosa. A garotada adora e sempre quer saber como os pratos são feitos", conclui Murayama.

Serviço
FGV-Rio, 0xx-21-2559-5444 Jin Jin, 0xx-11-4208-6200

Raio X Jin Jin

Negócio: fast food de comida chinesa
Investimento inicial: R$ 190 mil (sem o ponto comercial)
Taxa de franquia: R$ 25 mil (incluída no investimento inicial)
Taxa de royalties: 5% sobre o faturamento bruto
Taxa de publicidade: 2% sobre o faturamento bruto
Faturamento médio mensal: R$ 54 mil
Margem de lucro: 20% sobre o faturamento bruto
Capital de giro: R$ 10 mil
Tempo de retorno do investimento: 18 meses
Número de funcionários: 12
Área: 45 metros quadrados
Risco: alto. A concorrência no mercado de comida chinesa é muito acirrada e a concentração em um único estilo de produto leva à limitação da clientela.
Fonte do risco: Francisco Barone, da Fundação Getulio Vargas, do Rio de Janeiro.

Fonte: Jornal do Commércio


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