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Empreendedorismo
Finanças
02 set. 2021

Pix: saiba mais sobre novos limites de valor, bloqueio de horário e outras medidas de segurança

O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou novas medidas para melhorar e garantir segurança aos usuários que utilizam o Pix. O motivo das mudanças, surgiu por conta do aumento dos casos de sequestro e roubo relacionados à esta nova modalidade de pagamento, que foi implementada pelo próprio BCB, e que oferecia até então, um meio de pagamento disponível por 24 horas, com liquidação ou transferências concluídas em cerca de 10 segundos. Essa facilidade trouxe uma grande adesão ao uso do Pix, mas acabou se tornando uma forma de atrair também criminosos. Entre as principais mudanças com as novas determinações, está o limite de R$ 1 mil para operações entre pessoas físicas, incluindo Micro e Pequenos Empreendedores Individuais, durante período noturno (das 20h às 6h). O Banco Central afirmou que a mudança não afetará a rotina das pessoas, já que esse limite noturno é maior do que a média de transferência no horário. Confira todas as mudanças no Pix impostas por nota, no último anúncio do Banco Central:

Limite nas operações noturnas

Operações entre pessoas físicas, incluindo Micro e Pequenos Empreendedores Individuais, ficam limitadas em R$ 1 mil das 20h às 6h, como também transferências intrabancárias, cartões de débito e liquidação de TEDs.

Prazo para aumento de limites

Haverá prazo mínimo de 24 horas e máximo de 48 horas para que seja efetivado o pedido do usuário para aumento de limites de transações, feito por canal digital. Isso vale para Pix, TED, DOC, transferências intrabancárias, boleto e cartão de débito.

Cadastro prévio de contas

O Banco Central também determinou que as instituições ofertem funcionalidade que permita aos usuários cadastrar previamente contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos. Bem como, estabelecer um prazo mínimo de 24h para que o cadastramento prévio de contas por canal digital produza efeitos.

Demais mudanças no Pix

O Banco Central do Brasil também divulgou as seguintes medidas: → Permitir que os participantes recebedores do Pix retenham uma transação por 30 minutos durante o dia ou por 60 minutos durante a noite para a análise de risco da operação; → Tornar obrigatório o mecanismo de marcação no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) de contas em relação às quais existam indícios de utilização em fraudes no Pix; → Permitir consultas ao DICT para alimentar os sistemas de prevenção à fraude das instituições; → Exigir que os participantes do Pix adotem controles adicionais em relação à transações envolvendo contas marcadas no DICT; → Determinar que os participantes de arranjos de pagamentos eletrônicos compartilhem com autoridades de segurança pública, as informações sobre transações suspeitas; → Exigir das instituições reguladas, controles adicionais sobre fraudes; → Exigir histórico comportamental e de crédito para que empresas possam antecipar recebíveis de cartões com pagamento no mesmo dia.

Pix é o segundo meio de pagamento mais utilizado no Brasil

De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNFL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae, o Pix é o segundo meio de pagamento mais utilizado no Brasil (70% dos entrevistados), perdendo somente para o dinheiro (cédulas), com uma pequena diferença de 1% entre eles. Apesar de ser uma ferramenta nova, ele já ultrapassou o uso do cartão de débito e de crédito no país. Entre os principais motivos que fizeram com que o Pix tivesse tanto sucesso se comparado às formas convencionais de pagamentos, destacam-se a facilidade, isenção de tarifas e instantaneidade nos pagamentos.   Deseja saber mais sobre o assunto? Acesse um artigo que preparamos para você, que explica como usar o Pix nas estratégias de negócio. Aproveite e visite nosso Portal para conferir todos os materiais sobre este assunto!
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