A importância da inteligência emocional
Denise Scheid fala sobre como as transformações que o universo do trabalho encarou nos últimos anos aceleraram a necessidade de desenvolver novas competências para melhorar o desempenho profissional.
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Ir para Meu EspaçoDenise Scheid fala sobre como as transformações que o universo do trabalho encarou nos últimos anos aceleraram a necessidade de desenvolver novas competências para melhorar o desempenho profissional.
As dinâmicas de trabalho foram profundamente afetadas nos dois últimos anos. Casas se tornaram home offices, salas de reuniões viraram ambiente virtual e a hora de encontrar os colegas para um cafezinho quase não existe mais.
Tudo isso exige uma nova postura dos líderes e das organizações que eles representam. Nesse contexto, algumas competências, que antes poderiam ser negligenciadas, tornaram-se mais importantes do que nunca. Entre essas características que profissionais podem desenvolver para melhorar a dinâmica de trabalho no ambiente organizacional, estão a inteligência emocional, o empreendedorismo, a gestão do tempo, a capacidade de dizer não e a disposição para delegar.
E é sobre isso que falaremos no novo episódio do podcast Fala, Especialista!
Entre todas essas competências, a consultora em gestão de pessoas e gestora da D&D Talentos, Denise Scheid, destaca a inteligência emocional como uma das principais. As boas práticas de trabalho acontecem muito por conta dos relacionamentos interpessoais, pela forma como lidamos com as pessoas e com a equipe. São características difíceis de colocar em um currículo, mas que fazem toda a diferença no ambiente profissional.
Não deixe de conferir no podcast:
As dinâmicas de trabalho foram profundamente afetadas nos dois últimos anos. Casas se tornaram home offices, salas de reuniões viraram ambiente virtual e a hora de encontrar os colegas para um cafezinho quase não existe mais. Tudo isso exige uma nova postura dos líderes e das organizações que eles representam. Nesse contexto, algumas competências, que antes poderiam ser negligenciadas, tornaram-se mais importantes do que nunca. Entre essas características que profissionais podem desenvolver para melhorar a dinâmica de trabalho no ambiente organizacional, estão a inteligência emocional, o empreendedorismo, a gestão do tempo, a capacidade de dizer não e a disposição para delegar. É sobre isso que falaremos no novo episódio do podcast Fala, Especialista!
Entre todas essas competências, a consultora em gestão de pessoas e gestora da D&D Talentos, Denise Scheid, destaca a inteligência emocional como uma das principais. As boas práticas de trabalho acontecem muito por conta dos relacionamentos interpessoais, pela forma como lidamos com as pessoas e com a equipe. São características difíceis de colocar em um currículo, mas que fazem toda a diferença no ambiente profissional.
Aprendendo a identificar e lidar com emoções
Apesar de o nome ser um tanto autoexplicativo, a inteligência emocional é um conceito complexo e transdisciplinar. A primeira referência que se tem sobre o assunto é do naturalista inglês Charles Darwin, ainda no século XIX. Atualmente, entendemos o termo como um conceito da psicologia, que se caracteriza por um indivíduo que é capaz de identificar seus sentimentos e emoções com mais facilidade. A inteligência emocional foi difundida com mais ênfase em meados dos anos 1990, com o livro de mesmo nome escrito pelo psicólogo, escritor e jornalista Daniel Goleman.
Segundo Denise, é importante ter nas empresas profissionais líderes com inteligência emocional para motivar pelo exemplo e inspirar pelas atitudes. Um profissional que consiga entender de pessoas, conhecer o perfil dos colaboradores, entender que cada membro da equipe tem as suas especificidades, as suas características. “Olha só o que nós passamos nessa pandemia, pressão, depressão, desespero, medo, sentimentos. Muito se saiu bem quem soube administrar essas emoções”. No ambiente de trabalho, não é muito diferente, temos que lidar com frustrações, com mudanças de rota, com decisões erradas. “Se o líder não tiver a gestão dessas emoções, ele paralisa, ele perde as estribeiras, no popular, trata mal as pessoas, por descontrole das emoções”, completa.
A complexidade da inteligência emocional está justamente na quantidade de sentimentos que temos. Não saber administrar diariamente essas emoções acarreta problemas como ansiedade, medo, agressividade. No podcast, você confere como a inteligência emocional ajuda a lidar melhor com esses sentimentos no ambiente profissional. Dê o play e aproveite para descobrir mais sobre o assunto.
Os cinco pilares da inteligência emocional
De acordo com a pesquisa da Talent Smart, 90% dos profissionais com melhor performance têm altos níveis de inteligência emocional. E o primeiro passo para desenvolver essa competência é o conhecimento de si mesmo. “A primeira coisa que o empresário tem que fazer é olhar para sua vida. Buscar o autoconhecimento, a consciência de si mesmo, o olhar para si, para sua vida, e depois para o negócio que está na sua mão”, diz Denise. Como fazer isso? A inteligência emocional se divide em áreas-chave, sea especialista:
A inteligência emocional é apenas uma das competências a se trabalhar para melhorar o desempenho e a liderança no trabalho. O empreendedorismo é outra delas. Não apenas como a habilidade de novos negócios, mas também como uma forma de inovar dentro de uma empresa. Ouvindo o podcast, você confere em detalhes como ser um profissional empreendedor.
Conteúdo exclusivo no podcast Fala, Especialista!
Outros pontos conversados com Denise no podcast são a gestão do tempo, a dificuldade em dizer não, a capacidade de delegar e a importância da liderança com foco no resultado.
Ouça agora mesmo!
Fontes de apoio:
As 5 áreas-chave da inteligência emocional para impulsionar sua carreira. Exame, 2022.
Inteligência emocional: o que é, importância e como desenvolver. FIA, 2022.