Inovação por meio da diversidade
Especialista fala por que empresas devem apostar em equipes de colaboradores diversas e inclusivas.
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Ir para Meu EspaçoEspecialista fala por que empresas devem apostar em equipes de colaboradores diversas e inclusivas.
Quando uma empresa aposta em diversidade na equipe, o ambiente de trabalho fica mais rico, com diferentes culturas, pensamentos e bagagens de vida. Tudo isso contribui para que as ideias e conversas sejam mais criativas na resolução de problemas ou na criação de novos produtos ou serviços.
Ao apostar na diversidade e na inclusão, a empresa também consegue entender de forma muito mais clara as necessidades dos seus consumidores e, assim, ter mais conhecimento e oportunidade de inovar e sair na frente da concorrência.
Neste episódio do podcast Fala, Especialista! convidamos a consultora em diversidade e inclusão, Tatiana Takimoto, para explicar a importância da diversidade nas empresas.
Confira os assuntos abordados na conversa:
Acesse o conteúdo completo e ouça o podcast com a entrevista completa!
Quando uma empresa aposta em diversidade na equipe, o ambiente de trabalho fica mais rico, com diferentes culturas, pensamentos e bagagens de vida. Tudo isso contribui para que as ideias e conversas sejam mais criativas na resolução de problemas ou na criação de novos produtos ou serviços. Ao apostar na diversidade e na inclusão, a empresa também consegue entender de forma muito mais clara as necessidades dos seus consumidores e, assim, ter mais conhecimento e oportunidade de inovar e sair na frente da concorrência. “Não se trata apenas de ser o correto a se fazer, porque é responsabilidade social, mas há mais ideias e colaboração, mais chances de apresentar resultados acima da média porque as soluções vêm numa velocidade muito mais alta devido a essa diferença de bagagens que as pessoas trazem”, explica a consultora em diversidade e inclusão, Tatiana Takimoto.
Uma empresa, organização ou instituição com diversidade é aquela que busca por pessoas diferentes do padrão, que contrata pessoas de diferentes etnias, por exemplo, e que abre espaço para pessoas cisgênero e transgênero e, também, para as pessoas da comunidade LGBTQIAP+ e de idades variadas.
A diversidade na empresa pode ser entendida de duas formas. A inerente do colaborador, como o gênero, a raça, a orientação sexual, se a pessoa tem alguma deficiência, a sua nacionalidade, religião e a idade – características que a pessoa tem ou traz consigo desde muito cedo. Outro ponto é a diversidade adquirida. “É aquela diversidade que a gente vai aprendendo ao longo dos anos, a nossa experiência. A gente aprende algumas coisas, como por exemplo, os conhecimentos e as habilidades que a gente adquire ao longo da vida, a nossa cultura, a fluência digital, ou mesmo a experiência de saber falar outro idioma. Tudo isso faz parte da diversidade também”, diz Tatiana.
Para Tatiana, as pautas sociais estão conquistando mais espaço de discussão e conversa dentro das empresas catarinenses, como os assuntos em relação à comunidade LGBTQIAP+, equidade de gênero, raça e pessoas com deficiência. As empresas estão entendendo que precisam ter responsabilidade social. Outro ponto é que um time diverso traz mais informações que podem ser úteis no desenvolvimento e aprimoramento de serviços e produtos para atender e conquistar um número maior de clientes e consumidores.
"As empresas estão percebendo que a diversidade traz essa capacidade de inovação, de sustentabilidade, e que a presença de times mais plurais garante clientes mais bem atendidos, porque, de certa forma, a empresa tem que ser um reflexo da sociedade, dos clientes da empresa. Um time diverso consegue explicar para a empresa como ele próprio gosta de ser tratado, e assim a empresa entende como seus clientes gostam de ser tratados", explica.
Segundo relatório feito em 2022 pela consultoria GPTW (Great Place to Work), Tendências de Gestão de Pessoas, as empresas estão mais preocupadas com a saúde mental dos colaboradores, à frente de pautas sobre diversidade e inclusão. Em dados de 2019, as pautas eram prioritárias para 24% dos entrevistados. No ano seguinte, para 30% e, em 2021, 32%. Em 2022, caiu para 17,9%. Tatiana acredita que é importante existir um trabalho contínuo sobre esses assuntos a fim de enriquecer a cultura da empresa.
“Trazer a história dos grupos minoritários, para que diminua a questão do machismo, do capacitismo, do racismo. A empresa tem que fazer esses movimentos para criar essa consciência e saber que, em um primeiro momento, pode até ter resistência por parte das pessoas, e essa resistência é, muitas vezes, pelo desconhecimento. Quanto mais se fala sobre isso, mais as pessoas passam a conhecer as causas, as dores, os motivos de cada um, e aí as coisas começam a fluir mais fácil. O maior desafio é fazer isso de modo perene na empresa e lidar com os conflitos que vão aparecer, com as dificuldades na comunicação, e saber que é uma construção”, diz Tatiana, que completa: “a gente pode construir também uma cultura que seja mais livre de preconceitos e discriminação”.
Neste novo episódio do podcast, saiba mais sobre inclusão, os desafios e a necessidade de as empresas terem um olhar mais profissional em relação a esses colaboradores diversos, com oportunidade para eles falarem sobre suas expertises, não apenas sobre questões relacionadas à diversidade e inclusão. Tatiana também destaca o papel fundamental do RH nessa jornada. Ouça agora mesmo!