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Comércio
    Relatório de Inteligência
  • Comércio
  • 25 de mar. 11

Tendências tecnológicas para o setor calçadista no alcance da competitividade internacional

Para alcançar o status de competitividade internacional, as empresas precisam alinhar-se com a governança local, que, por sua vez, alinha-se com a governança nacional do setor

No enfoque dos programas e projetos estabelecidos pela Política de Desenvolvimento Produtivo, lançada em 2008, o governo brasileiro desenvolveu um conjunto de programas estruturantes para sistemas produtivos, orientados por objetivos estratégicos.

A cadeia coureiro, calçadista e de artefatos de couro foi um dos segmentos contemplados nos ?Programas para Fortalecer a Competitividade". Atendendo a missão de promover o desenvolvimento industrial e tecnológico brasileiro, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) desenvolveu o Programa de Competitividade Setorial, com o objetivo de contribuir para a articulação, construção, coordenação, monitoramento e avaliação de uma estratégia competitiva para a cadeia coureiro, calçadista e de artefatos de couro, em um horizonte de 15 anos. Em outras palavras, a ABDI desenvolveu estudos que avaliam as questões estratégicas que devem ser acompanhadas pelo setor coureiro/calçadista para alcançar 2023 de forma competitiva.

Neste sentido, o presente relatório apresenta as tendências tecnológicas, na visão dos especialistas do setor, apresentadas no ?Estudo prospectivo setorial: coureiro, calçadista e artefatos", desenvolvido pela ABDI, no qual evidenciam-se as seguintes tendências tecnológicas:

? Tendências de desenvolvimento de produtos, design e moda
? Tendências de uso de novos materiais;
? Tendências do couro;
? Tendências na aplicação da nanotecnologia;
? Tendências na aplicação de tecnologias de informação e comunicação - TIC;
? Tendências na interface com a eletrônica;
? Tendências de normatização;
? Tendências relacionadas ao meio ambiente.

Algumas tendências apresentadas já estão sendo implementadas pelo setor calçadista, porém, ainda há muito que se construir. Para alcançar o status de competitividade internacional, as empresas precisam alinhar-se com a governança local, que, por sua vez, alinha-se com a governança nacional do setor. Ações direcionadas para a inovação em novos materiais alinhados às questões ambientais, e que garantam a customização em massa, são primordiais, assim como pesquisa e desenvolvimento em novas aplicações de nanotecnologia e eletrônica embarcada nos calçados, conferindo novas funcionalidades e diferenciação aos calçados brasileiros. A busca por padronização e certificação, comprovando a qualidade dos produtos e garantindo os mercados mais exigentes, são essenciais para o estabelecimento da competitividade do calçado brasileiro. Estas ações devem considerar todas as tendências, e não aplicá-las de forma isolada. Portanto, o setor precisa coordenar seu plano estratégico em consonância às tendências tecnológicas aqui apresentadas.

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