Como levantar investimento para startups ESG fundadas por mulheres?
Um olhar sobre investimento para startups ESG, além dos desafios e triunfos do empreendedorismo feminino e sustentável.
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O empreendedorismo feminino e a sustentabilidade são cada vez mais relevantes, e com isso a busca de investimentos para startups ESG (ambiental, social e governança) fundadas por mulheres mostra-se uma jornada desafiadora e inspiradora.
Marcela Coelho e Daniela Bussab, são cofundadoras da Re Petit, uma plataforma inovadora de brechó infantil e, neste novo episódio de Fala, Especialista!, elas compartilham a trajetória da marca, com os desafios e aprendizados. Ouça agora ao podcast e conheça as lições aprendidas pela dupla, para quem sabe, aplicar em seu próprio negócio!
O empreendedorismo feminino e a sustentabilidade são cada vez mais relevantes, e com isso a busca de investimentos para startups ESG (ambiental, social e governança) fundadas por mulheres mostra-se uma jornada desafiadora e inspiradora. Marcela Coelho e Daniela Bussab, cofundadoras da Re Petit, uma plataforma inovadora de brechó infantil, compartilham sua experiência nesse percurso.
Formadas em Publicidade e Propaganda pela FAAP, começaram suas carreiras em caminhos distintos. Marcela mergulhou no mundo do varejo, trabalhando com franquias de conserto de roupas e sapatos enquanto Daniela focou em agências de publicidade e gestão de projetos. No entanto, o destino as uniu novamente quando ambas se tornaram mães e sentiram a necessidade de um serviço especializado em roupas infantis de segunda mão.
A ideia da Re Petit nasceu organicamente. As duas empreendedoras observaram uma tendência global de consumo consciente e se perguntaram: "O que fazemos com as roupas que nossos filhos rapidamente deixam de usar?". Foi assim que, em 2019, a Re Petit começou a ganhar forma, inicialmente no Instagram e nas comunidades escolares, e, em 2021, sua plataforma foi lançada.
A jornada para obter investimento para uma startup não é simples. No caso da Re Petit, sendo uma empresa ESG e fundada por mulheres, os desafios foram ainda maiores. O mercado, muitas vezes, subestima o potencial de negócios liderados por mulheres, e a dupla teve que trabalhar duro para provar o valor e o impacto da sua proposta.
Marcela e Daniela apresentaram não apenas a viabilidade econômica da Re Petit, mas também seu impacto social e ambiental. A redução do desperdício de roupas, o incentivo ao consumo consciente e a criação de uma comunidade em torno da plataforma foram argumentos poderosos na busca de investidores.
Marcela e Daniela não apenas fundaram uma startup bem-sucedida, mas também navegaram pelos complexos corredores de financiamento de startups. Ao longo do caminho, elas aprenderam várias lições valiosas:
Resiliência é fundamental: as rejeições são comuns ao buscar investimentos. Mantenha a crença na visão da empresa e persista.
Networking é crucial: estabelecer conexões com outros empreendedores e investidores pode abrir portas inesperadas. A troca de experiências e conselhos é inestimável.
Comunique seu impacto: para startups ESG, é vital mostrar, além dos retornos financeiros, o impacto social e ambiental. Essa narrativa pode ser um diferencial na hora de atrair investidores.
Esteja preparada: antes de se aproximar de investidores, tenha um plano de negócios sólido, projeções claras e uma compreensão profunda do mercado.
Marcela e Daniela têm planos de expandir ainda mais a Re Petit e esperam que sua jornada inspire mais mulheres a desbravarem no mundo das startups, especialmente em áreas focadas em sustentabilidade. A história das sócias é uma inspiração para todas as pessoas que querem empreender e também para quem deseja dar o próximo passo nos negócios. Ouça agora mesmo e aprenda com as empreendedoras!