Confiança de consumidores e empresários catarinenses durante a pandemia
Por conta da pandemia, confiança na economia tem queda em Santa Catarina. Confira como atuar diante desse cenário.
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Diante da quarentena implementada no Estado de Santa Catarina, em razão da pandemia do coronavírus, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou de 115,7 pontos em março para os atuais 106,9 pontos, ou seja, redução de 7,6% na ICF em abril.
A insegurança financeira é o fator principal que explica a queda na intenção de consumo, pois, para a prevenção do contágio pelo coronavírus, diversos setores tiveram atividades suspensas, o que levou à redução de salários e da renda, além de demissões. Dados da Fecomércio/SC apontam que quase metade (48,8%) dos catarinenses está em situação financeira pior na comparação com 2019.
Para saber como lidar com a situação, neste Insight de Mercado você conhecerá:
A situação financeira das famílias catarinenses durante a crise
Os tipos de dívidas mais recorrentes entre os brasileiros
Níveis da confiança dos consumidores e empresários na economia
Medidas que podem ser adotadas pelas empresas diante do cenário
Diante da quarentena implementada no Estado de Santa Catarina, em razão da pandemia do coronavírus, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou de 115,7 pontos em março para os atuais 106,9 pontos, ou seja, redução de 7,6% na ICF em abril.
A insegurança financeira é o fator principal que explica a queda na intenção de consumo, pois, para a prevenção do contágio pelo coronavírus, diversos setores tiveram atividades suspensas, o que levou à redução de salários e da renda, além de demissões. Dados da Fecomércio/SC apontam que quase metade (48,8%) dos catarinenses está em situação financeira pior na comparação com 2019.
Para se ter uma ideia, quase 70% dos catarinenses tiveram suas finanças afetadas negativamente pela crise: 26% deles tiveram suspensão ou redução da atividade profissional; 10,8% tiveram redução do salário proporcional à redução da jornada, enquanto 9,4% deles foram demitidos.
Endividamento das famílias
Outra pesquisa – realizada pela empresa de informações de crédito Boa Vista – revela também que, diante da crise, 52% dos brasileiros não irão conseguir pagar as contas ou apenas conseguirão arcar parte das dívidas durante a pandemia. Os tipos de dívidas que os consumidores brasileiros têm mais compromissos são com compras parceladas (49%), como no cartão de crédito, boleto ou carnê de lojas e cheque pré-datado; e financiamentos de veículos, imóveis ou empréstimos pessoal ou consignado. Em relação aos consumidores catarinenses, o cartão de crédito é também o principal agente de endividamento (75,8%), seguido de carnês (44,3%), financiamento de carro (31,9%) e crédito consignado (19,3%), aponta a Fecomércio/SC.
Queda da confiança empresarial
Em relação aos empresários, a Fecomércio/SC registrou queda no Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de 13,93% no mês de abril. Esse dado foi principalmente puxado pelo Índice Expectativa da Economia Brasileira, que despencou 23,16% na passagem de março para abril de 2020. Esses dados comprovam que a confiança empresarial está abalada diante da situação atual econômica bem como em relação ao futuro de suas empresas.
Além do alto grau de incerteza da situação atual da economia, o baixo desempenho da confiança do empresário pode ser medido ainda pela queda nas vendas de bens duráveis e semiduráveis, como eletroeletrônicos, roupas, móveis, que apresentou redução de 10% no mês de abril. A compra desses produtos tende a ser adiada pela população, enquanto produtos essenciais, como alimentos, remédios e produtos de limpeza e higiene, são prioridade.
Diante desse contexto, em relação a empresas e consumidores, a Fecomércio/SC alerta que neste momento é necessário que os empresários se reinventem, entendam as alterações no comportamento do consumidor e se adaptem rapidamente às novas formas de se relacionar com o cliente.
Quando empresários compreendem essas dinâmicas e necessidades das pessoas, é possível criar estratégias para atrair e fidelizar o consumidor, satisfazendo as necessidades deles. Isso certamente fará com que haja aumento das vendas e lucratividade nos negócios. Como neste momento de pandemia e isolamento social as pessoas estão se relacionando e comprando mais online, torna-se urgente a reinvenção do modelo de negócio para o digital.
Adaptando o negócio para o consumidor digital
Confira como os micro e pequenos empresários estão se adaptando para atender à nova demanda de consumidores:
E-commerce: uma dica para construir o seu e-commerce em poucas horas é a Ebanx Beep. Esta plataforma traz também uma ferramenta que permite antecipar receitas com a venda de vouchers para os produtos e serviços. Confira aqui como montar um e-commerce.
Redes sociais: o Zap Commerce é uma ferramenta eficiente que facilita o processo de vendas por redes sociais. É só entrar no site e fazer o cadastro dos produtos, preço, vendedor e já é possível comercializar na sequência.
Delivery: o serviço de entrega possibilita que as empresas continuem atendendo, mesmo de portas fechadas ou com pouco movimento. Confira aqui como montar um delivery eficiente.
Diversifique os meios de pagamento: além dos pagamentos em dinheiro, crédito e débito, permita que o cliente pague com o vale-refeição de várias bandeiras. É possível encontrar esta opção no aplicativo iFood.
Saiba mais sobre essas dicas e muitas outras. Acesse o relatório de inteligência Transformação digital em meio à crise e conheça as ferramentas e soluções que ajudam o pequeno negócio durante a pandemia do coronavírus.
Fontes: Pandemia derruba confiança do empresário e congela consumo em SC. Fecomércio/SC. 2020. Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) – Abril 2020. Fecomércio/SC. 2020. Intenção de consumo das famílias (ICF) – Abril 2020. Fecomércio/SC. 2020. Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) – Abril 2020. Fecomércio/SC. 2020.