Testes em animais são proibidos para produtos de beleza
Entenda sobre a nova medida do governo em que a realização de testes em animais são proibidos para certos casos.
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Ir para Meu EspaçoEntenda sobre a nova medida do governo em que a realização de testes em animais são proibidos para certos casos.
O governo federal aprovou, no dia 1º de março, uma resolução em que os testes em animais são proibidos para produtos de beleza, higiene pessoal, cosméticos e perfumes nos casos em que já existam a eficácia e segurança comprovada cientificamente dos compostos utilizados.
Esse é um passo importante para o Brasil e empreendedores do país exportarem seus produtos para países onde a legislação “cruelty free” já era praticada.
Saiba mais sobre o caso lendo na íntegra!
O governo federal aprovou, no dia 1º de março, uma resolução em que os testes em animais são proibidos para produtos de beleza, higiene pessoal, cosméticos e perfumes nos casos em que já existam a eficácia e segurança comprovada cientificamente dos compostos utilizados.
Em relação a fórmulas que ainda não tenham sido testadas quanto à segurança ou eficácia, a norma prevê o uso obrigatório de métodos alternativos que substituam, minimizem ou aprimorem o uso de animais e que sejam reconhecidos pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea).
A medida foi determinada pelo Concea e publicada no Diário Oficial da União, com vigência imediata. Mas apesar da restrição, grandes empresas de cosméticos celebraram a proibição dos testes em animais, demonstrando apoio à diminuição da crueldade animal.
Esse também é um passo importante para o Brasil exportar seus produtos para países onde a legislação “cruelty free” já era praticada. Como foi explicado pela coordenadora do Concea, Kátia de Angelis: “a resolução terá um impacto muito positivo, pois responde a uma demanda da comunidade em geral, das sociedades protetoras dos animais, indústria e cientistas, e vai ao encontro da legislação internacional, como da comunidade europeia”.
Em 2021, foi publicado um curta metragem pela Humane Society International que trazia um coelhinho bastante carismático denunciado as crueldades da indústria de testes em animais.
Salve o Ralph rapidamente conquistou milhares de visualizações e as pesquisas pelo termo “cruelty free” cresceram em 125% no mês de lançamento da campanha, trazendo mais conscientização a diversas pessoas que não sabiam da realidade por trás de diversos cosméticos. Empresas que já eram adeptas à não-crueldade animal puderam se aproveitar do “boom” na época para aumentar suas vendas e conquistar um novo público.
Isso é apenas uma pequena representação de uma parcela de indivíduos que cresce a cada ano. Os consumidores visam cada vez mais produtos éticos e sustentáveis, uma mudança que colabora também para o mercado de produtos veganos (sem crueldade e sem produtos de origem animal). E essa busca por produtos mais éticos e ecologicamente corretos ultrapassa o universo dos produtos de beleza e cosméticos, estendendo-se para diversos setores, como roupas, alimentação e lazer.
Estar sempre antenado ao mercado e às mudanças no perfil dos consumidores é a chave para levar seu negócio ao sucesso. Para as micro e pequenas empresas, vale repensar certas práticas para alinhá-las ao desejo dessa nova onda de consumidores e conquistar um novo público. Fique atento às tendências!
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