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Agronegócio
    Relatório de Inteligência
  • Agronegócio
  • 17 de mai. 11

A indicação geográfica (IG) na cadeia produtiva de mel e derivados apícolas

Nos mercado nacional e no exterior, muitos produtos são caracterizados não apenas pela marca que ostentam, mas também pela indicação da sua verdadeira origem geográfica

Nos mercado nacional e no exterior, muitos produtos são caracterizados não apenas pela marca que ostentam, mas também pela indicação da sua verdadeira origem geográfica. Esta indicação lhes atribui certa reputação, valor intrínseco e identidade própria que os distinguem dos demais produtos de igual natureza. No transcurso da história, o termo "indicação geográfica" foi se firmando quando produtores, comerciantes e consumidores começaram a identificar que alguns produtos de determinados lugares apresentavam qualidades particulares, atribuíveis a sua origem geográfica ou a processos específicos, e começaram a denominá-los com o nome geográfico que indicava sua procedência.

Os produtos que apresentam uma qualidade única, explorando as características naturais, tais como geográficas (solo, vegetação), meteorológicas (mesoclima) e humanas (cultivo, tratamento, manufatura), e que indicam de onde são provenientes, são bens que possuem um certificado de qualidade que atesta sua origem e garante um controle rígido de qualidade, denominado de ?indicação geográfica", nas modalidades ?indicação de procedência" e ?denominação de origem".

Alguns exemplos envolvendo produtos de notável qualidade, certificados e identificados com indicações geográficas, são os vinhos tintos da região de Bordeaux. A indicação da verdadeira origem geográfica do produto adquire a configuração de um bem, agregando valor econômico e beneficiando as pessoas estabelecidas no local de produção. Desta forma, a indicação fortalece organização social e concorre para o desenvolvimento sócio-econômico da região.

O reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) origina-se do esforço de um grupo de produtores ou de prestadores de serviço que se organizam para defender seus produtos ou serviços, motivados por um lucro coletivo. Exemplos notáveis são os presuntos de Parma, os charutos cubanos, os queijos Roquefort, entre outros.

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