Acordos setoriais transformam resíduos em negócio
Conheça algumas Iniciativas que são impulsionadas pela aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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De acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, produzido pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil gerou 78,4 milhões de toneladas de resíduos em 2017, dos quais 91,2% foram coletados, 59,1% seguiram para aterros sanitários e 40,9% foram para locais inadequados, como aterros controlados ou lixões. Em 2010, entrou em vigor a Lei nº 12.305, denominada Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que estabeleceu normas nacionais seguindo como ordem de prioridade a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento de resíduos sólidos e disposição ambientalmente adequada dos rejeitos. Entre os destaques da lei está a responsabilização de toda a cadeia de produção e consumo pelo destino dos resíduos, o que inclui a implementação de mecanismos de logística reversa.
A PNRS estabeleceu normas que exigem adaptação das empresas, mas também abriu espaço para um verdadeiro mercado, em que os resíduos gerados em diferentes setores ganham valor agregado e potencial para negócios, podendo se tornar uma nova fonte de receita.
Confira o que você vai encontrar neste boletim:
Dados sobre a realidade brasileira
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Impacto para as empresas
Aplicação da logística reversa
Acordos setoriais posteriores à PNRS
Iniciativas que apostam na valorização de resíduos
Ações recomendadas
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